O passado de alguns figurões da “grande mídia”

O passado do alto clero do jornalismo brasileiro e das empresas para as quais trabalham são desabonadores.

Paulo Jonas de Lima Piva, via Autodinamismo em 3/12/2014

Eles ganham muito bem, são estrelas, parte orgânica de nossa elite preconceituosa e com mania de aristocratismo. Dizem o que seus patrões, patrocinadores e políticos da preferência de seus patrões e de seus patrocinadores esperam que eles digam.

São implacáveis com o PT, o MST e o Bolsa Família. Odeiam Lula, Chavez, Evo, as cotas, o Enem e mais ainda a regulamentação da mídia. Em contrapartida, temem e bajulam Serra, votam no DEM, no PSDB e acham FHC, Gabeira, Marcelo Freixo e Caetano Veloso o máximo.

Desconversam quando o assunto é a privataria tucana e os índices sociais de antes da ascensão de Lula ao Planalto. São neoliberais, acreditam nas privatizações e no “Criança Esperança” como soluções para os problemas do país e, certamente, depois de passarem o dia manipulando e distorcendo os fatos, oram toda noite antes de dormir.

Refiro-me aqui aos figurões do alto clero do jornalismo brasileiro, pitbulls conservadores que abusam em hipocrisia e cinismo ao se colocarem como paladinos da democracia, da ética e da liberdade. São neles que muitos brasileiros acreditam e que muitos brasileiros financiam com assinaturas e audiência.

Abaixo, a vida pregressa de alguns desses ideólogos do alto clero do jornalismo brasileiro e das empresas para as quais trabalham:

Quando você vir Alexandre Garcia dando lições de democracia, lembre-se dessas fotos. Ele foi porta-voz do general João Figueiredo, último presidente da ditadura civil/militar, que preferia o cheiro de cavalo ao do povo.

Alexandre_Garcia05A_Figueiredo

Roberto Marinho, fundador das Organizações Globo, de braços dados com o general Figueiredo.

Roberto_Marinho08_Figueiredo

Boris Casoy, âncora do telejornalismo da Band e que humilha garis, quando era membro, nos anos 60, do Comando de Caça aos Comunistas (CCC).

Boris_Casoy12_CCC

Augusto Nunes, comentarista da Veja, e Roberto Civita, dono da Veja, ao fundo, atrás do general Figueiredo. Na frente, em destaque, Paulo Maluf em pleno vigor político.

Augusto_Nunes11_Figueredo

Trecho de editorial da Folha de S.Paulo, escrito pelo “seu Frias, defendendo o governo sanguinário do general Garrastazu Médici. Lembrando, segundo editorial recente da Folha, a ditadura militar brasileira foi na verdade uma “ditabranda” (sic!).

Otavio_Frias_Pai03

O rebelde e descolado Fernando Gabeira com sua sunga de crochê.

Gabeira02_Sunga

3 Respostas to “O passado de alguns figurões da “grande mídia””

  1. pururuca Says:

    Não entendi porque colocou Freixe ao lado de tão baixa estirpe.

  2. Márcio Cardoso Says:

    E Paulo Henrique Amorim e Rodrigo Viana? São bons? Vieram de onde?

  3. pintobasto Says:

    Figurinhas tristes dum passado recente que não podemos esquecer porque existem por aí muitos macaquinhos de imitação que adoram copiar coisas repugnantes.

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