Palmério Dória: A mídia como ela é

Susana_Rich01_Metro

Palmério Dória, lido no SQN em 14/8/2014

Um funcionário da Dersa, espécie de Paulo Preto do governo Mário Covas, perdeu a vida. Dinheiro vivo não faltava em sua casa. Descendia do célebre Barão Vermelho, aviador alemão que atuou na 1ª Guerra Mundial. Tinha inclusive o mesmo nome: Manfred Albert Freiherr von Richthofen. Ele e a mulher, a psiquiatra Marísia Von Richthofen, foram assassinados na noite de 31 de outubro de 2002, a mando da própria filha, Suzane, o “anjo mau”.

Causa mortis, dinheiro. O pai teria depositado uma fortuna num banco suíço em nome de Suzane e os dois teriam tido uma desavença. A moça convenceu o namorado e o irmão dele, os irmãos Cravinhos, de que poriam a mão em muito dinheiro, com seus pais mortos. Os rapazes mataram o casal a golpes de ferro.

O Fantástico, da Rede Globo, depois que a Justiça, em fevereiro de 2011, considerou Suzane “indigna” de receber a herança dos pais, dedicou sua principal reportagem ao tamanho daquela herança: R$11 milhões. Mas não falou em Dersa nem questionou o fato de um engenheiro contratado por uma estatal amealhar tal fortuna.

Uma resposta to “Palmério Dória: A mídia como ela é”

  1. Palmério Dória: A mídia como ela é | florencio1 Says:

    […] Palmério Dória: A mídia como ela é. […]

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