50 anos do golpe: Repressão e tortura

Golpe_Militar02_Maria_Carmo_Serra_Azul

Maria do Carmo Serra Azul, uma das sobreviventes da ditadura

Mateus Ramos, via Adital

“É como se eles corrompessem sua alma, destruindo o que você tem de bom […]. Eles querem, através do massacre, da desumanidade, que você traia, que você rompa todos os vínculos que tem, como no caso que eu vi, de uma menina que entregou o próprio pai”.

O trecho acima faz parte de uma longa entrevista concedida por Maria do Carmo Serra Azul à Adital. Cacau, como é conhecida pelos amigos, é uma ex-presa política, que foi torturada nos porões do DOI-Codi, um dos órgãos repressores da ditadura militar brasileira.

Presos políticos, como Cacau e tantos outros, são pessoas que encarceradas pelas autoridades de um país por exprimir, em palavras ou atos, a sua discordância com o regime político em vigor. Vale ressaltar que a existência desse preso, está, em regra, associada a regimes políticos ditatoriais, ou seja, geralmente, não há presos políticos se não há ditadura.

As torturas as quais eram submetidos os presos políticos levaram ao surgimento de outro termo: desaparecidos políticos, pessoas que simplesmente sumiram após serem detidas pela polícia.

O site www.acervoditadura.rs.gov.brrevela que existem mais de 200 mortes oficiais no período da ditadura, contudo esse número deve ser bem maior, tendo em vista que muitos mortos foram simplesmente “desovados”, para utilizar um termo que os próprios opressores usavam.

Outro número oficial, que, na realidade, também deve ser bem maior, é o de desaparecidos. O sitewww.desaparecidospoliticos.org.br, lista 379 nomes de pessoas que sumiram desde que foram presas durante o regime militar. Esse número é baixo se levarmos em conta que muitas famílias não relataram o sumiço de seus entes por medo de sofrerem represálias por parte dos militares.

Tortura09_Cadeira_Dragao

Métodos de tortura

“Eles faziam um morde e assopra, me afogavam e depois me faziam respirar, como se eu houvesse me afogado na praia, isso me deixava maluca”, desabafa Cacau ao lembrar-se dos 15 dias que passou sendo torturada.

Antes de falarmos dos órgãos de repressão, é necessário explicar os métodos de tortura utilizados, que, muitas vezes, eram tão cruéis, levando à morte dos torturados ou deixando-os loucos.

Cadeira do Dragão – “Me amarraram na cadeira do dragão, nua, e me deram choque no ânus, na vagina, no umbigo, no seio, na boca, no ouvido”. (Maria Amélia Teles, ex-militante do Partido Comunista do Brasil) – Era uma espécie de cadeira elétrica revestida de zinco e ligada a terminais elétricos, onde os presos sentavam pelados. Quando ligado, o aparelho transmitia choques em todo o corpo do torturado. Além disso, muitas vezes, os torturadores colocavam um balde de metal na cabeça da vítima, onde também eram aplicados choques.

Pau-de-arara – “Fui para o pau de arara várias vezes. De tanta porrada, uma vez meu corpo ficou todo tremendo, eu estrebuchava no chão”. (Maria do Socorro Diógenes, ex-militante do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR) – O pau-de-arara era uma das formas mais antigas de tortura, utilizada no Brasil desde a época da escravidão. Os torturadores colocavam uma barra de ferro atravessando os punhos e os joelhos do preso, que ficava pelado. A vítima era pendurada a cerca de 20 centímetros do chão, numa posição que causava dores lancinantes e não parava por aí. Depois de pendurado o torturado sofria com choques elétricos, pancadas e queimaduras com cigarros.

Tortura10_Pau_Arara

Afogamentos – “Os caras me enfiavam de capuz num tanque de água suja, fedida, nojenta. Quando retiravam a minha cabeça, eu não conseguia respirar, porque aquele pano grudava no nariz.” (Maria do Socorro Diógenes, ex-militante PCBR) – Nesse método, os torturadores tapavam as narinas do preso e colocavam uma mangueira dentro da boca da vítima, obrigando-o a engolir água. Outro método de afogamento era o de imergir a cabeça do torturado em um tanque de água, forçando sua nuca para baixo até o limite do afogamento. Muitas vezes o preso desmaiava, o que não significava o fim da tortura.

Geladeira– Os presos eram obrigados a ficar nus dentro de uma cela pequena o suficiente para impedi-los de ficarem de pé, após isso os torturadores acionavam um dispositivo que, controlado por eles, alternava a temperatura da cela entre extremamente baixa e alta o suficiente para enlouquecer alguém. Somado a isso, alto-falantes reproduziam sons extremamente irritantes. Os presos chegavam a passar dias nessas celas, sem água e comida.

Soro da verdade Existem vários tipos de “soros da verdade”, o utilizado pelo regime militar era o pentotal sódico. Uma droga que provoca na vítima um estado de sonolência e reduz as barreiras inibitórias. Sob seu efeito, a pessoa pode falar coisas que normalmente não falaria (daí o nome de soro da verdade). O problema é que o efeito desse soro é pouco confiável, já que a vítima pode ter alucinações e fantasiar coisas que não são necessariamente verdadeiras. Além disso, em alguns casos, a droga pode levar à morte.

Espancamentos– “Eles giravam os presos dentro das celas e os jogavam contra a parede, deixando marcas de sangue por todos os lados, meu marido tem uma cicatriz na cabeça até hoje por conta disso” (Cacau) – Como o próprio nome já diz, era literalmente um espancamento. O preso recebia agressões físicas de todas as maneiras possíveis, entre as mais violentas estava o “telefone”, onde o torturador batia com as duas mãos, em forma de concha, ao mesmo tempo nos ouvidos do preso. Essa técnica deixava o torturado zonzo e podia até estourar os tímpanos, causando surdez permanente.

Tortura11_Arame_Farpado

Abusos sexuais – “Eles usavam e abusavam. Só nos interrogavam totalmente nuas, juntando a dor da tortura física à humilhação da tortura sexual”. (Gilse Cosenza, ex-militante da Ação Popular, AP). Uma forma cruel de tortura, afeta tanto o físico quanto o psicológico. Esses abusos eram somados aos espancamentos, xingamentos e muita submissão, muitas vezes além do estupro, homens e mulheres tinham objetos introduzidos em seus corpos.

Tortura psicológica – “Com certeza a pior tortura foi ver meus filhos entrando na sala quando eu estava na cadeira do dragão. Eu estava nua, toda urinada por conta dos choques. Quando me viu, a Janaína perguntou: ‘Mãe, por que você está azul e o pai verde?’. O Edson disse: ‘Ah, mãe, aqui a gente fica azul, né?’. Eles também me diziam que iam matar as crianças. Chegaram a falar que a Janaína já estava morta dentro de um caixão”. – Considerada por muitos como a forma mais cruel de tortura. Iam desde a humilhação do preso até ameaças de violência contra seus familiares. Mulheres grávidas ou que tinham filhos recém-nascidos, muitas vezes ouviam dos torturadores que nunca mais os veriam. Há também relatos de homens que eram obrigados a assistir a abusos sexuais contra suas mulheres.

Os órgãos de repressão

“Você, agora, vai conhecer a sucursal do inferno”. (Palavras proferidas por um oficial do exército a Frei Tito, quando este era levado para o interrogatório e, consequentemente, para as torturas)

“Diziam que a tortura não era institucional, eu me entreguei na 10º Legião militar e saí de lá encapuzada e sofrendo agressões, então é tudo uma grande mentira, havia sim o conhecimento do que acontecia com os presos políticos […]. No próprio quartel, havia uma placa com a sigla DOI-Codi”, lembra Cacau, sobre o dia em que se entregou à polícia.

Os órgãos de repressão da ditadura militar brasileira eram vários, mas vamos nos ater aos mais importantes e temidos, como o DOI-Codi. Foram nos porões desse órgão onde a maioria dos presos políticos foi torturada, humilhada e muitas vezes morta.

O DOI-Codi, que era chefiado pelo, então, Capitão Carlos Alberto Brilhante Ustra, era formado por dois órgãos distintos, o Destacamento de Operações e de Informações (DOI), responsável pelas ações práticas de busca, apreensão e interrogatório de suspeitos, e o Centro de Operações de Defesa Interna (CODI), cujas funções abrangiam a análise de informações, a coordenação dos diversos órgãos militares e o planejamento estratégico do combate aos grupos de esquerda. Embora fossem dois órgãos distintos, eram frequentemente associados na sigla DOI-Codi, o que refletia o caráter complementar dos dois órgãos.

Ustra, em 2008, se tornou o primeiro militar a ser reconhecido pela Justiça brasileira como torturador no período da ditadura. Durante uma sessão da Comissão da Verdade, em 2013, o ex-sargento do Exército Marival Fernandes testemunhou que o ex-comandante, era o “senhor da vida e da morte” do DOI-Codi e “escolhia quem ia viver e morrer”.

Outro braço importante da repressão e que causava calafrios nos presos era o Esquadrão da Morte, liderado pelo delegado Sérgio Fleury. O Esquadrão, que surgiu na década de 1960 em São Paulo, era um grupo paramilitar cujo objetivo era perseguir e matar supostos criminosos tidos como perigosos para a sociedade.

Seu comandante, Fleury, era um dos mais cruéis interrogadores, frequentemente os presos interrogados por ele morriam durante as torturas. “Ele frequentemente contava vantagens afirmando ter sido a pessoa que matou o Marighella”, conta Cacau.

Maria do Carmo foi uma das pessoas que enfrentou o interrogatório de Fleury e sobreviveu. Ela conta que todos os interrogatórios feitos por ele eram alternados entre torturas e conversas. “Ele me perguntava: você está gostando? Você quer que eu repita? Aí eu dizia: não. E ele retrucava, pois então fale. E eu respondia: mas eu não sei”.

Censura

Além da repressão violenta, havia também a censura. Durante a ditadura, foi enorme a censura sob as produções culturais que contrariavam as doutrinas militares. O órgão responsável por ela, durante o regime, era a Divisão de Censura de Diversões Públicas (DCDP). Para aprovar a letra de uma música, por exemplo, era necessário enviá-la para o DCDP e se não fosse liberada pelo órgão, a gravadora poderia abrir um recurso a ser julgado pelos censores, que ficavam em Brasília. Eles analisavam como eram tratados os bons costumes e a crítica política contra o regime militar.

“Eles se achavam onipotentes, inalcançáveis, o que não era tão verdade assim. Eu ainda tinha o controle sobre o que eu faria. O que eles queriam, eu sabia, e só diria se eu quisesse”, ressalta Cacau.

Curiosidades

Alguns fatos curiosos ocorreram na época da censura, coisas que poucas pessoas sabem, vejamos:

Gilberto Gil fez a composição da música “Aquele Abraço” após ter sido preso em um camburão. Ele acreditava que seria morto;

Chico Buarque, quando escreveu a canção “Apesar de você” o fez pelo descontentamento com a falta de liberdade durante a ditadura. O cantor externou seu desapontamento na canção, onde a crítica era disfarçada como uma briga entre namorados. Ao enviar a canção para o departamento de censura, ele imaginou que a letra seria vetada, mas acabou sendo liberada;

Após a gravação de “Apesar de você”, os censores se tornaram bastante rígidos com Chico Buarque, que, então, passou a utilizar também o heterônimo Julinho de Adelaide, para fugir da censura. Após a descoberta de que Julinho de Adelaide e Chico eram a mesma pessoa, os censores passaram a exigir cópias de RG e CPF dos artistas.

***

Leia também:

50 anos do golpe: A preparação

50 anos do golpe: Uma entrevista com Sílvio Tendler

No tempo da ditadura

50 anos do golpe: Dilma não vai aceitar celebrações militares

50 anos do golpe: N0s idos de cinquenta marços

Empresários que apoiaram o golpe de 64 construíram grandes fortunas

50 anos do golpe: A verdade e a impunidade

A operação de guerra que garantiu a posse de Jango com o parlamentarismo

Por que algumas pessoas têm saudade dos tempos dos militares?

“Ditadura selou aliança entre latifúndio e burguesia industrial”, afirma professora

A mídia e o golpe de 1964

A farsa desfeita: A “revolução” de 64 foi uma quartelada

O organizador da Marcha da Família é uma ameaça à sociedade

Breno Altman: A presidenta falará esta noite?

Antonio Lassance: A ditadura e seus psicopatas de ontem e de hoje

Há 50 anos, elite empresarial que queria derrubar Jango financiou a marcha

Dez motivos para não ter saudades da ditadura

Os patetas patéticos da “Marcha dos Sem Gente”

Câmara abre espaço para golpistas e saudosos da ditadura

Militar-torturador diz que arrancava dedos, dentes e vísceras de preso morto

Filho de Jango quer saber: Como os EUA participaram do golpe

A marcha da família e o mundo igualitário com Ferrari

Bob Fernandes: “Marcha da Família Alienada” é uma ópera bufa

Lalo Leal Filho: O Brasil da mídia e o país real

Vergonha ou medo?: Comandantes evitam lembrar à tropa aniversário do golpe de 64

50 anos do golpe: Ditadura militar, a raiz da impunidade no Brasil

General Newton Cruz diz que não pode ser punido pelo caso Riocentro

50 anos do golpe: Uma visita ao DOI-Codi, centro do terror nos anos de chumbo

50 anos do golpe: Como algumas empresas se beneficiaram com a ditadura militar

50 anos do golpe: A nova marcha e a nova farsa

Mauro Santayana: Reflexões sobre um golpe em nossa história

E se o Exército fosse dissolvido?

Wanderley Guilherme dos Santos: Um comício da Central do Brasil no Legislativo

Antonio Lassance: Sete lições sobre o golpe de 1964 e sua ditadura

Viúvas da ditadura tentam reeditar Marcha da Família

“Golpe militar 2014” expõe ultra direita ao ridículo no Brasil

Chico Xavier e a ditadura militar

O golpe de 1964 em filmes, livros e artigos

A imprensa brasileira e o golpe de 1964I

Em 1964, a ditadura também veio em nome da ordem e da liberdade

Golpe: Os 50 anos da campanha “Ouro para o bem do Brasil”

MPF denuncia coronel Ustra por ocultação de cadáver na ditadura militar

Ditadura militar: O algoz e o crematório

“Coronel Ustra comandava a tortura”, diz ex-sargento

Marco Aurélio Mello: Ministro que defende o golpe de 1964 pode ter lisura para julgar a AP470?

Mauro Santayana: O golpe da informação

Apoio da Globo ao golpe de 1964 foi comercial, não ideológico

O PIG apoiou a ditadura militar: As manchetes do golpe de 1964

31 de março é um dia para lamentar

A Globo e a ditadura militar, segundo Walter Clark

Golpe de 1964: A Globo devolverá o dinheiro que ganhou com ele?

Tucanou o golpe: Aécio Neves chama ditadura de “revolução”

Golpe de 1964: Ranieri Mazzilli, o político Modess

Dom Eugênio Sales era o cardial da ditadura

“Memórias da Resistência”: Novo documentário sobre a ditadura militar

Nelson Rodrigues tinha um pé na ditadura militar

Músicas de Chico Buarque ajudam a estudar o período da ditadura

Maria Rita Kehl: Alckmin usou a mesma retórica dos matadores da ditadura

Paulo Moreira Leite: A ditadura gostava de criminalizar a política

Paulo Moreira Leite: A ditadura militar e a AP 470

Ditadura militar: Os delatores de Dilma

Relações da mídia com a ditadura: Um histórico debate na Falha de S.Paulo

Uma foto da ditadura que o Brasil não viu

Mídia e ditadura: A primeira morte de Jango

O elo da Fiesp com os porões da ditadura

Depoimentos de ex-militares reforçam sadismo de torturadores na ditadura

Livro expõe ligação de agências de propaganda com ditadura militar

Folha financiava a ditadura e Frias, amigo pessoal de Fleury, visitava o Dops, diz ex-delegado

Vereador Nabil Bonduki quer mudar nomes de ruas de São Paulo que homenageiam ditadura

Trairagem: Aloizio Mercadante bajula Folha e esbofeteia vítimas da ditadura

Deputado acusa Rede Globo de prestar serviços à ditadura

Pesquisa sinistra do Datafolha testa popularidade da volta da ditadura

Ditadura militar: Estadão apoiou atos do torturador Ustra

Comissão da Verdade vai ter de enfrentar assassinos da ditadura

Marilena Chauí: A ditadura militar iniciou a devastação da escola pública

Dá pra confiar num cara desses? Delfim Netto afirma que não sabia de tortura na ditadura

Da ditadura militar ao Facebook: Uma breve história do Brasil

Ditadura militar: Documentos revelam conexão entre Itamaraty e Operação Condor

Ditadura militar: Procurador-geral da República diz que tortura e morte são imprescritíveis

Emir Sader: Os cúmplices da ditadura

Como era a propaganda da ditadura militar na Rede Globo

Mauricio Dias: Os fantasmas da ditadura

Segundo pesquisa, os milicanalhas da ditadura torturavam desde os primeiros dias no poder

Vídeo: Em depoimento emocionante, Dilma Rousseff fala sobre a ditadura militar e a tortura

Prefeitura de São Paulo, “que participou da ditadura”, terá comissão da verdade

Ditadura militar: “Imprensa aceitou a censura”, diz historiadora

Os filhos de 1964: Memórias e exumações

Em 1964, os militares golpistas venderam a democracia

Vídeo: 1964 – Um golpe contra o Brasil

Gilson Caroni Filho: 1964, a atualização grotesca de nossos liberais

Filme revela como EUA deram o golpe de 1964

Documentário quer explicar aos jovens as origens do golpe de 1964

Luis Nassif: Um estudo clássico sobre 1964

Saudades de 1964

Hildegard Angel: “É meu dever dizer aos jovens o que é um golpe de estado.”

Hildegard Angel: É meu dever dizer aos jovens o que é um golpe de estado

Hildegard Angel: A sombra do golpe de 64 paira sobre nossas cabeças

A Igreja Católica e o golpe militar no Brasil

O golpe militar no Brasil está marcado para 31 de março de 2014

Além de Aécio, Folha também costumava chamar golpe de revolução

“Igrejas legitimaram golpe militar”, afirma pesquisador

O cordão da ditabranda cada vez aumenta mais

Folha: Da ditabranda às Diretas Já

Ditadura militar: Coronel do Exército confirma farsa montada no desaparecimento de Rubens Paiva

Documentos do Exército revela os dedos-duros do meio artístico na ditadura militar

Leandro Fortes: As almas penadas da ditadura

Saiba quem são os nazifascistas do grupo Revoltados On-line

Revoltados On-line: Agora, Hélio Bicudo se junta à extrema-direita

Tags: , , , , , , , , , , , ,

6 Respostas to “50 anos do golpe: Repressão e tortura”

  1. Da Silva Cássio Says:

    Cuidado com os direitos autorais da fotodo item “Espancamentos”, pois se trata da capa de album de uma banda de rock internacional. É muito feio usar de meios falsos para propagar alguma verdade.

  2. bloglimpinhoecheiroso Says:

    Vou pesquisar.

  3. Claudio Rocha Vasconcelos Says:

    Olá, bom dia,

    você poderia me dizer qual a fonte da última fotografia postada neste post? Trata-se da que tem um rosto em close , com correntes o amarrando.

    Gostaria de saber se é uma foto de alguma vítima do Cel.Ustra porque estou discutindo com alguns amigos a respeito de um post que um professor atribui essa imagem a uma vítima do Cel. e um aluno dele rebate dizendo que é a foto da capa de uma banda de rock. Já verifiquei e realmente a foto foi usada pela banda (Cardinal) para o seu disco “Baptized in cum”, mas isso não impede que a banda tenha retirado a foto da internet, por exemplo.

    Agradeço antecipadamente pela resposta que poderá nos ajudar em um debate

  4. 50 anos do golpe: Repressão e tortura | EVS NOTÍCIAS. Says:

    […] See on limpinhoecheiroso.com […]

  5. 50 anos do golpe: Repressão e tortura | O LADO ESCURO DA LUA Says:

    […] See on Scoop.it – BOCA NO TROMBONE!Mateus Ramos, via Adital “É como se eles corrompessem sua alma, destruindo o que você tem de bom […]. Eles querem, através do massacre, da desumanidade, que você traia, que você rompa todos os ví…See on limpinhoecheiroso.com […]

  6. 50 anos do golpe: Repressão e tortura | ... Says:

    […] Mateus Ramos, via Adital “É como se eles corrompessem sua alma, destruindo o que você tem de bom […]. Eles querem, através do massacre, da desumanidade, que você traia, que você rompa todos os ví…  […]

Os comentários sem assinatura não serão publicados.

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: