O DNA tucano: “Quem não reagiu, está vivo.”

Dica Blog do Mario

Nas últimas semanas, a reportagem da Folha de S.Paulo esteve nas 93 delegacias da cidade e obteve os dados em 74 delas. Segundo o levantamento, 132 pessoas foram assassinadas no período. Os números apurados se aproximam da totalidade de casos de novembro, divulgados na sexta-feira, dia 21, pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB), quando 170 pessoas foram assassinadas na cidade.

Vamos aos números:

Violencia_FolhaSPaulo

Preste bem atenção em alguns números destacados abaixo e tire suas próprias conclusões sobre a “competência” e a “eficiência” com que a questão vem sendo tratada pelas autoridades tucanas:

● Dos 132 mortos, apenas 13 (treze) tinham antecedentes criminais.

● Em 18 casos (dos 132) houve a prisão em flagrante dos criminosos.

● Em 28 casos, o sexo das vítimas é “desconhecido” (?!?).

● Em 109 casos, a motivação do crime é “desconhecida”.

Ou seja, como já disse o governador Geraldo Alckmin, ao defender o “trabalho” da Rota, “quem não reagiu, está vivo”.

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Uma resposta to “O DNA tucano: “Quem não reagiu, está vivo.””

  1. FATOS & FOTOS Says:

    […] O DNA tucano: “Quem não reagiu, está vivo.” […]

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