Recordar é viver: Conheça o apartamento de FHC em Paris. Ele tem renda para isso?

Avenue Foch: endereço de milionários, ditadores foragidos e caudilhos com pose de estadista.

Avenue Foch: endereço de milionários, ditadores foragidos e caudilhos com pose de estadista.

Via Blog do Saraiva

Algum problema com as pessoas que moram na Avenue Foch em Paris? Nenhum problema, exceto se a pessoa não tiver renda para isso ou se essa renda for obtida de forma ilegal. Quem conhece esse local de Paris, muito bonito e disputadíssimo, apesar de o metro quadrado por lá ser caríssimo, diz que a Avenue já teve como moradores alguns dos carniceiros africanos, ditadores e gente rica, mas de muito má fama. De certo que moram lá também e, provavelmente são maioria, moradores honrados e honestos, gente que tem dinheiro declarado e ganho de forma limpa e, portanto, que não deve satisfação a ninguém.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem um apartamento na Avenue Foch, só agora, porém, admitiu isso. Parece que comprou o apartamento de um milionário brasileiro que dizem ter participado de operações durante a ditadura. Tudo isso, quanto custou o apartamento, quando e de quem foi comprado, é teoricamente da conta de FHC e eu não estou insinuando que ele comprou esse apartamento sem poder ou com dinheiro ilegal.

Só não entendo é o motivo de ele esconder por tanto tempo que tem o apartamento, de durante anos e anos afirmar que era “emprestado” e nossa imprensa (sic) sempre ter embarcado nessa história e jamais explorado o fato, como, com certeza, exploraria se o apartamento fosse do Lula, que tivesse mentido sobre ser proprietário.

***

FHC e apartamento de luxo em Paris. E se o apartamento fosse de Lula, o que a mídia diria?

Via Tô de olho na pilantragem

Nos idos de dezembro de 2002, quando FHC já sabia que seu candidato estava fora do páreo, perdendo o cargo de presidente da República para o torneiro mecânico Luiz Inácio Lula da Silva, o ainda presidente já se arrumava para se mudar do Palácio da Alvorada. Fernando Henrique estava juntando tudo para guardar em um depósito em São Paulo até que a reforma de seu novo apartamento da rua Rio de Janeiro – a dois quarteirões de seu antigo endereço na Rua Maranhão, em Higienópolis – ficasse pronta.

Contudo, logo após a entrega da faixa presidencial para Lula, …

Folha de S.Paulo, 17/12/2002

Fernando Henrique Cardoso vai passar três meses na Europa, baseado em Paris. Ele ficará hospedado em um apartamento de Jovelino Mineiro, seu ex-sócio na fazenda Córrego da Ponte, em Buritis (MG). A parte de FHC hoje está em nome dos filhos do presidente.

Entretanto…

Folha de S.Paulo, 17/12/2002

O presidente Fernando Henrique Cardoso espera ver concluída no início de 2003 a reforma pela qual passa seu novo apartamento no Edifício Chopin, na rua Rio de Janeiro, bairro de Higienópolis, em São Paulo.

O apartamento tem uma área de cerca de 400 metros quadrados e fica de frente para a rua Pernambuco. No mesmo prédio, um apartamento com 200 metros quadrados – metade da área do imóvel de FHC – está sendo vendido por R$530 mil.

Incrível, né?

***
FHC_Janio_Freitas01

Folha de S. Paulo, 12 de janeiro de 2003, página A7, Coluna de Janio de Freitas.

O endereço
Janio de Freitas

Data imprecisada, ou imprecisável, e não recente. Fernando Henrique Cardoso, no uso de toda a simpatia possível, discorre para os comensais suas apreciações sobre fatos diversos e pessoas várias. De repente, intervém a mulher de um brasileiro renomado, há muito tempo é figura internacional de justo prestígio, ministro mais de uma vez, com importantes livros e ensaios. Moradores íntimos de Paris por longos períodos, mas não só por vontade própria, constam que nela nada restringe a franqueza. Se alguém na conversa desconhecia a peculiaridade, ali testemunhou um motivo para não esquecê-la:

“Pois é, mas nós sabemos do apartamento que Sérgio Motta e você compraram na Avenue Foch.”

Congelamento total dos convivas. Fernando Henrique é quem o quebra, afinal. Apenas para se levantar e afastar-se. Cara fechada, lívido, nenhuma resposta verbal. A bela Avenue Foch, seus imensos apartamentos entre os preços mais altos do mundo, luxo predileto dos embaixadores de países subdesenvolvidos, refúgio certo dos Idi Amim Dada, dos Bokassa, dos Farouk e, ainda, de velhos aristocratas europeus.

Avenue Foch, onde a família Fernando Henrique Cardoso está instalada. No apartamento emprestado, é a informação posta no noticiário, pelo amigo que passou a figurar na sociedade da fazenda também comprada por Sérgio Motta e Fernando Henrique Cardoso, em Buritis. Avenue Foch é ela que traz de volta comentários sobre a historieta, indagações de sua autenticidade ou não, curiosidade em torno do que digam outros possíveis comensais.

Tags: , , , , ,

51 Respostas to “Recordar é viver: Conheça o apartamento de FHC em Paris. Ele tem renda para isso?”

  1. Luiz Gonzaga Teixeira Says:

    Rico e honesto, a maioria da rua Foch? Acharam o unicórnio? A esquerda precisa parar de dizer que riqueza é uma coisa normal. toda riqueza é uma afronta, todo rico ou é ou está se aproveitando de roubos e crimes. em uma sociedade moderna em que muitos vivem no sofrimento a riqueza é crueldade.

  2. Eudes Says:

    Eudes cota Rocha

    Inclusive o fisco do Dr FHC em SUIÇALÃO(…)
    ao quela ele é um dos que mais tenta barrar e a ZELOTES(…)
    POrque no BANESTADO o juizão MORO, já livrou a cara dele(…) diga-se de passagem.

  3. Alcides Carpinteiro Says:

    FHC vem de família de classe média, foi professor universitário, escreveu livros de grande tiragem. Jesus, esse veio de marte. Sinto marciano, mas apartamento acolá não é para classe média, nem para professores universitários. Eles passam muito longe de lá. Quanto aos livros de grande tiragem, vou fazer de conta que é piada sua.

  4. Carlos Quintela Says:

    A boca pequena comenta-se que o apartamente não vale menos de 10 milhões de Euros. Eu pergunto, como um cara que foi professor e políticos a vida toda pode juntar essa dinheirama? Está certo que a Dona Ruth era muito econômica, mas com o dinheirinho economizado na feira é que não foi. Precisamos lembrar que o FHC disse que era ele quem pagava os vestidos de Dona Ruth…Já os ióveis da família….

  5. Luiz Parussolo Says:

    Escrevi FMI em vez de CIA.
    Seus crimes deveriam ter sido denunciados nos 5 anos após ter deixado o Poder e o Lula não autorizou e quando a Dilma, na Casa Civll quis denunciar tinha prescrito e o Sen. Alvaro Dias interferiu.

    *Governo Fernando Henrique Cardoso – Medidas:*

    Lei em fevereiro/95 anistiando todas as ações propostas e também processos no Ministério Público contra representantes políticos, para viabilizar maioria no Congresso:
    Fechamento de linhas de financiamentos à produção e ao comércio sujeitando os empreendedores fazer suprimento das necessidades de custeios e investimentos em linhas de empréstimos e até agiotas.
    Elevação da taxa SELIC, onerando as dívidas do Poder público e as linhas de crédito.

    Saneamento do Sistema Financeiro através das medidas:

    *Instituições privadas:*
    Liquidações extrajudiciais e incorporações de bancos médios a grandes conglomerados, nacional e internacional, acarretando aos acionista e proprietários prejuízos bilionários. (Tramitam no judiciário ações de reparações propostas pelos antigos proprietários das instituições, propostas após o término de seu mandato).
    Após lançou o programa PROER para sanear o sistema financeiro conglomerado com
    disponibilização de bilhões de reais.

    *Instituições Estatais:*

    Muitas instituições privatizadas, quase todas ao capital internacional, a valores simbólicos, e seus exorbitantes passivos equalizados contabilmente.Bancos e superintendências regionais: realizados programas de demissão voluntária, passivos equacionados contabilmente e encerrados ou, caso bancos, alguns privatizados Banco do Brasil: executado programa de demissão voluntária para mais de 40 mil funcionários com apropriação de mais de 100% de seus depósitos em poupança e parte proporcional das cotas patronais previstos em lei, dos recolhimentos à PREVI durante o vínculo empregatício, usando de manipulações de índices para os recolhimentos pessoais e da apropriação
    direta dos recolhimentos patronais, além de manter no banco de dados da empresa informação desabonadora para os demitidos entre julho/1995 e início de 1997 com informação de “despedida no interesse do serviço (previsto nas normas públicas para demissões de servidores desabonados, mas sem comprovação de falta grave)” e não disponibilizando nenhuma linha de crédito, aliás dificultando acesso a todas as linhas de crédito, aos pretendentes de atuar na iniciativa privada empresarial devido a grande
    maioria estar com idade inadequada para o sistema então implementado Extinção do programa de seguro agropecuário -PROAGRO e da Companhia de Financiamento da Produção-CFP sem repasse dos valores deficitário ao banco pelo Tesouro Nacional;
    Perdão de dívidas bilionárias de produtores e parte remanescente renegociada pelo prazo de 10 anos, subsidiada às expensas do Banco do Brasil.

    *Privatizações: * empresas rentáveis e competitivas em âmbito mundial por valores
    simbólicos aos capitais nacional e internacional, após programa de demissão voluntária pelos mesmos critérios dos programas das demais estatais, principalmente quanto à apropriação dos recolhimentos aos fundos de pensão.
    Siderurgias. Capitais nacional (grupos privados e fundos de pensão) e internacional.
    De produtoras e transformadoras passaram a exportar produtos brutos sob a forma de matéria prima; Telefonia. Todas ao capital internacional e que prestam serviços precários,
    praticam tarifas entre as mais caras do mundo e desrespeitam as normas de consumo e abusam dos consumidores;
    Produtora de insumos agropecuàrios estatal a Monsanto que pressionou a compra da Agroceres e monopolizou, sozinha, o mercado de sementes e defensivos de todo o país;
    Para as privatizações foram disponibilizados financiamento pelo BNDS ao prazo de até 30 anos e juros pela taxa de longo prazo (TJLP) a taxa de 6% a.a. mais taxa de risco entre 3% a.a. e 4% a.a., esta sem capitalização.
    Concessão de patentes para pesquisa e produção de medicamentos aos laboratórios internacionais;
    Concessão das estradas de ferro federais para transporte de cargas, com repasse de recursos da união para recuperar infraestrutura, a empresas internacionais as quais apropriaram-se dos veículos existentes e outros bens e abandonaram os leitos considerados anti econômicos.
    Desativou o transporte de passageiros para beneficiar o transporte coletivo rodoviário como já vinha sendo realizado. Também o Governo Lula não modificou a política.
    *Aberturas ao capital estrangeiro: *Exploração de poços de petróleo, por lei de 1997, que hoje incorpora quase 80% dos poços em atividade;
    Exploração e processamento ainda *in natura* de minérios, abundantes uns e escassos outros no Brasil e no mundo, com remessas aos países de origem para transformação causando redução nas reservas do país e contaminando as águas, as florestas e as terras, como recentemente informado sobre extração e processamento de alumínio e outros metais na bacia do Amazonas; Terras para produção agropecuária e agroindustrial sem imposição legal de áreas máximas de aquisições, tanto em municípios, estados e união e até levou o Ministro da Agricultura a propor vendas das terras, pessoalmente, aos Governos dos países desenvolvidos;
    Todas as atividades de explorações, produções, comerciais e de prestações de serviços sem imposições legais às incorporações, fusões e formações de trustes levando a maioria, quase que absoluta, sendo incorporadas, fundidas e vendidas a grandes oligopólios com capitais nacional e/ou internacional, sendo atualmente todo o setor econômico de atividades fundamentais e lucrativas ocupadas por grandes trustes que matam concorrências e manipulam
    todo o sistema de produção e comércio dessas atividades. Exemplos: alimentos industrializados de embutidos, derivados de leite e carnes*, *bebidas, grandes franquias nas áreas de alimentos e supermercados, frigoríficos (este hoje somente dois grandes conglomerados dominam todo o espaço e ditam suas regras) telefonia, televisão, produção de sementes e insumos, etc….
    Observações:
    As aquisições, incorporações e fusões foram mantidas em nível crescente no Governo Lula e, considerando as informações de que o futuro pré-sal será totalmente nacional e do povo brasileiro, existem informações idôneas de que vários conglomerados americanos possuem poços na bacia de Santos, entre elas a Repsol e o percentual está na faixa de 40% dos poços a serem explorados.
    Ressalte-se, ainda, que os ganhos de capitais internacionais são remetidos, totalmente, às suas matrizes sob a forma de lucro antecipado.
    *Desativações, desmobilizações e sucateamentos:*Desativação da indústria naval através de concessão a capitalista especulador que acabou com a produção industrial do ramo;
    Sucateamento da EMBRAER e do ITA, os únicos centros tecnológicos do país;
    Sucateamento das Forças Armadas e todo material tecnológico chegando ao limite de dispensar recrutas por falta de alimentos e equipamentos;
    Desativação da escola militar de Agulhas Negras;
    Desativação de clínicas de repouso e hospitais psiquiátricos sujeitando a sociedade conviver com doentes mentais criminosos e altamente periculosos;
    Desmobilização das Forças Armadas em fiscalizações de fronteiras com consideráveis prejuízos à defesa da soberania brasileira;
    Sucateamento do ensino público federal por falta de repasse de recursos, falta de verbas para cursos e treinamentos de corpo docente, melhorias na infraestrutura e segurança;
    Abandono da cultura e da arte com total discriminação ao cinema brasileiro, tanto por não repassar recursos como por dificultar seus desempenhos.
    Em tempo: totalitaristas odeiam a arte por ser viva, atual e independente, expressar a realidade atualizada e ser crítica das farpas e das tiranias de sistemas;
    Relegou a segundo plano a saúde e a educação públicas e a merenda escolar quando a população vivia miseravelmente pelo desemprego provocado por seu governo;
    Desmobilizou todo o conhecimento técnico e burocrático adquiridos nas empresas e em cursos complementares, adquiridos pelos trabalhadores até o início de seu Governo, pelo sucateamento da agricultura tradicional, do parque industrial e empresas comerciais; e destruição do conhecimento secular dos industriais pela decadência do setor, repassando a atividade aos profissionais da linguagem, e excluindo o cabedal hereditário de criação e produção com desemprego maciço dos funcionários capacitados, substituindo-os pela formação técnica escolar, sem criatividade, sem prática e sem afinidade com o processo produtivo e a tecnologia.
    PDV’s em estatais e serviços públicos, desemprego, rotatividade irrestrita e perdas da capacitação profissional adquirida, subempregos, restrição do mercado de trabalho devido à oligopolização da economia e a implementação forçada de reforma do parque industrial, beneficiado com incentivo de dinheiro do BNDS por 12 a 30 anos e longo período de carência; obsolência dos trabalhadores acima dos 35 anos.
    Medidas que levaram trabalhadores a perderem suas contribuições previdenciárias, seus conhecimentos profissionais, a qualidade de segurados no INSS, a família(muitos), a dignidade e a auto-estima e provocou muitos suicídios e doenças incuráveis; e milhões de excluídos na condição de párias dentro de seu próprio país. Também muitos empreendedores com experiências de gerações à ruína, à obsolência e ao fracasso;
    *Outras medidas:*
    Financiou a aquisição de tecnologia vinda dos EUA para reestruturação do parque industrial, pelo BNDS, pelos mesmos prazos e taxas deferidos às privatizações e muitos equipamentos ficaram abandonados e expostos nos pátios das indústrias;
    Tentou privatizar o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, a Companhia de Resseguro do Brasil e a Petrobras ao capitalismo internacional pelos mesmos critérios adotados nas demais privatizações; Apropriou os recursos da previdência oficial para utilizações em pagamentos dos juros da dívida externa, repasse a ministérios e outras necessidades; ao tempo que também transferiu os benefícios de aposentadorias sociais do
    orçamento do Tesouro Nacional, legalmente obrigado ao pagamento, para o orçamento da previdência.
    Também continuou não recolhendo as contribuições de servidores públicos celetistas. Política também adotada pelo Governo Lula;
    Submeteu a imprensa nacional com abertura de linhas de crédito e verbas de publicidade;
    Restringiu a independência do Poder Judiciário através das escolhas de Ministros, previsto na Constituição, e dependência orçamentária, este limitou seu dever jurisdicional de fazer o equilíbrio e julgar dentro dos restritos ditames da lei, tendo em conta os princípios gerais do direito, e do pedido, passando a poder administrativo atrelado aos Poderes Executivo e
    Legislativo e julgar por leis econômicas e sociológicas, protelar trâmites e julgamentos e negar direitos lesados pelos planos e pelos fracassos dos governos que levaram a ruína vidas de até gerações de trabalhadores e empreendedores. Política continuada pelo Governo Lula;
    Negou reajustes aos funcionários públicos civis e militares em todo o seu governo e ainda retirou direitos sociais conquistados de funcionários de estatais; Afrouxou a fiscalização das fronteiras do país deixando-as sob fiscalização precária por falta de repasse de recursos, tecnologia e pessoal capacitado
    Isto pode ser considerado para aeroportos e portos; também não houve melhorias no Governo Lula;
    Implantou o sistema SIVAN na Amazônia, sob o pretexto de fiscalização inteligente, com gastos absurdos para os cofres públicos que nunca atenderam as necessidades dos serviços previstos e também não enfocaram as fronteiras. Também não há transparências sobre os acessos dos EUA ao sistema;
    Promulgou leis inconstitucionais e emendas constitucionais em benefício do imperialismo econômico, inclusive a lei das agências reguladoras prescrevendo direito de legislar, por resoluções contra a lei ordinária e a constituição;
    Elevou a carga tributária;
    A taxa Selic, a partir de meados do segundo mandato, oscilou acima de 20% a.a. chegando a 26% no final do mandato e o dólar cotado a R$ 3,80 com impacto na inflação, nos créditos (muito limitados e caríssimo) e nas importações;
    A dívida externa de USS 134 bilhões de dólares para USS 866 bilhões de dólares e a dívida interna submeteu o país ao FMI e comprometeu a liquidez sendo os títulos emitidos no exterior negociados a 40% de seu valor nominal;
    Contratou, sob sigilo e total desconhecimento da sociedade, com nações e organizações (com a complacência de todo o Poder constituído) e por Medida
    Provisória editada antes de deixar o Governo indisponibilizou por 100 anos sua abertura para conhecimento público;
    Promoveu calotes, inadimplências, especulação e agiotagem, como empreendimentos sustentados, levando muitos operadores a angariarem fortunas e trabalhadores, produtores e empresários à ruína, vítimas das extorsões;
    Estimulou a impunidade, a violência e a insegurança;
    Submeteu o trabalho, a capacidade de iniciativa, a capacidade criativa, a capacidade produtiva, o direito e a arte ao capital, à economia e à sociologia como suportes da engenharia especulativa.
    Parece-me, condizente com os estritos pareceres filosóficos de Auguste Comte onde a linguagem submete o raciocínio!

    “Corrupções e entreguismos protegidos”:

    “Comentário que não foi redigido por mim, mas por pessoa informada que viveu os fatos. Posto abaixo para conhecimento e para lembrança daqueles que conviveram com os fatos à época.

    Só para confirmar. Somem e vejam qto foi ROUBADO no governo do FHC. EX: Onde foram parar os 30 bilhões que faltaram na venda Vale do Rio Doce? Hein! FHC. Denúncias abafadas: Já no início do seu primeiro mandato, em 19 de janeiro de 1995, FHC fincou o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. Ele extinguiu, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, criada por Itamar Franco e formada por representantes da sociedade civil, que visava combater o desvio de recursos públicos. Em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, ele criou a Controladoria-Geral da União, mas este órgão se notabilizou exatamente por abafar denúncias. Caso Sivam. Também no início do seu primeiro mandato, surgiram denúncias de tráfico de influência e corrupção no contrato de execução do Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia (Sivam/Sipam). O escândalo derrubou o brigadeiro Mauro Gandra e serviu para FHC “punir” o embaixador Júlio César dos Santos com uma promoção. Ele foi nomeado embaixador junto à FAO, em Roma, “um exílio dourado”. A empresa ESCA, encarregada de incorporar a tecnologia da estadunidense Raytheon, foi extinta por fraude comprovada contra a Previdência. Não houve CPI sobre o assunto. FHC bloqueou. Pasta Rosa. Em fevereiro de 1996, a Procuradoria-Geral da República resolveu arquivar definitivamente os processos da pasta rosa. Era uma alusão à pasta com documentos citando doações ilegais de banqueiros para campanhas eleitorais de políticos da base de sustentação do governo. Naquele tempo, o procurador-geral, Geraldo Brindeiro, ficou conhecido pela alcunha de “engavetador-geral da República”. Compra de votos. A reeleição de FHC custou caro ao país. Para mudar a Constituição, houve um pesado esquema para a compra de voto, conforme inúmeras denúncias feitas à época. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Eles foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Como sempre, FHC resolveu o problema abafando-o e impedido a constituição de uma CPI. Vale do Rio Doce. Apesar da mobilização da sociedade em defesa da CVRD, a empresa foi vendida num leilão por apenas R$ 3,3 bilhões, enquanto especialistas estimavam seu preço em ao menos R$ 30 bilhões. Foi um crime de lesa-pátria, pois a empresa era lucrativa e estratégica para os interesses nacionais. Ela detinha, além de enormes jazidas, uma gigantesca infra-estrutura acumulada ao longo de mais de 50 anos, com navios, portos e ferrovias. Um ano depois da privatização, seus novos donos anunciaram um lucro de R$ 1 bilhão. O preço pago pela empresa equivale hoje ao lucro trimestral da CVRD. Privatização da Telebras. O jogo de cartas marcadas da privatização do sistema de telecomunicações envolveu diretamente o nome de FHC, citado em inúmeras gravações divulgadas pela imprensa. Vários “grampos” comprovaram o envolvimento de lobistas com autoridades tucanas. As fitas mostraram que informações privilegiadas foram repassadas aos “queridinhos” de FHC. O mais grave foi o preço que as empresas privadas pagaram pelo sistema Telebrás, cerca de R$ 22 bilhões. O detalhe é que nos dois anos e meio anteriores à “venda”, o governo investiu na infra-estrutura do setor mais de R$ 21 bilhões. Pior ainda, o BNDES ainda financiou metade dos R$ 8 bilhões dados como entrada neste meganegócio. Uma verdadeira rapinagem contra o Brasil e que o governo FHC impediu que fosse investigada. Ex-caixa de FHC. A privatização do sistema Telebrás foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa das campanhas de FHC e do senador José Serra e ex-diretor do Banco do Brasil, foi acusado de cobrar R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. Grampos do BNDES também flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do banco, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão. Além de “vender” o patrimônio público, o BNDES destinou cerca de 10 bilhões de reais para socorrer empresas que assumiram o controle das estatais privatizadas. Em uma das diversas operações, ele injetou 686,8 milhões de reais na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa. Juiz Lalau. A escandalosa construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo levou para o ralo R$ 169 milhões. O caso surgiu em 1998, mas os nomes dos envolvidos só apareceram em 2000. A CPI do Judiciário contribuiu para levar à cadeia o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do TRT, e para cassar o mandato do senador Luiz Estevão, dois dos principais envolvidos no caso. Num dos maiores escândalos da era FHC, vários nomes ligados ao governo surgiram no emaranhado das denúncias. O pior é que FHC, ao ser questionado por que liberara as verbas para uma obra que o Tribunal de Contas já alertara que tinha irregularidades, respondeu de forma irresponsável: “assinei sem ver”. Farra do Proer. O Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer) demonstrou, já em sua gênese, no final de 1995, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para ele, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. Vale lembrar que um dos socorridos foi o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto, a qual tinha como agregado um dos filhos de FHC. Desvalorização do real. De forma eleitoreira, FHC segurou a paridade entre o real e o dólar apenas para assegurar a sua reeleição em 1998, mesmo às custas da queima de bilhões de dólares das reservas do país. Comprovou-se o vazamento de informações do Banco Central. O PT divulgou uma lista com o nome de 24 bancos que lucraram com a mudança e de outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas. Há indícios da existência de um esquema dentro do BC para a venda de informações privilegiadas sobre câmbio e juros a determinados bancos ligados à turma de FHC. No bojo da desvalorização cambial, surgiu o escandaloso caso dos bancos Marka e FonteCindam, “graciosamente” socorridos pelo Banco Central com 1,6 bilhão de reais. Houve favorecimento descarado, com empréstimos em dólar a preços mais baixos do que os praticados pelo mercado. Sudam e Sudene. De 1994 a 1999, houve uma orgia de fraudes na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), ultrapassando R$ 2 bilhões. Ao invés de desbaratar a corrupção e pôr os culpados na cadeia, FHC extinguiu o órgão. Já na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a farra também foi grande, com a apuração de desvios de R$ 1,4 bilhão. A prática consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos do Fundo de Investimentos do Nordeste foram aplicados. Como fez com a Sudam, FHC extinguiu a Sudene, em vez de colocar os culpados na cadeia.”

    Uma observação pessoal: Os recursos para suprir o capita do Banco do Brasil sem comparecimento do Governo Federal, no Governo FHC, entre 1997 e 2001 foram desviado da PREVI, Fundo de Pensão Privado dos funcionários onde mesmo tendo obrigações de contribuições pelo patrocinador nunca foi recolhido e o próprio FHC forçou desvios para cumprimento da paridade do BB. Em 2012 esses recursos legalmente corrigidos os quais o Lula e a Dilma continuam escamoteando e assenhorando-se de seus resultados, somados à participação acionária representam 136% do patrimônio líquido do Banco e até 01.01.2018 é obrigatória a acomodação devido convenção internacional. Isto já está devidamente apurado por auditoria idônea contratada por associações dos verdadeiros donos do Fundo.
    Em consequência desse furto quem desligou-se do Fundo entre 1995 e 1997, aproximadamente 42 mil associados, fomos roubados e procurando o Judiciário de este aparelhou-se as governos desde FHC. Comprado junto com outros organismos e escritórios de advogados. Só em 2012 veio a ser identificado o rombo e o estelionato governamental.
    Como sempre Congresso e Poder Judiciário, agora com a incorporação do poder de imprensa aparelhado e o aparelhamento inclusive de trabalhadores e sociedade especuladora e agiota seduzidos por informações internas em empresas e pelos meios de comunicação. E tudo perdido e esquecido.

  6. Luiz Parussolo Says:

    Sua história é longa e começa desde os bisavós. Todos militares.
    Mas ele tem história própria informada como informante e operador pelo FMI em obra comum com um chileno economista quando deixou o país no início de 1970 pela Fundação Ford, levando mais de oitocentos mil dólares.
    Informações de revista americana e livro de autora inglesa onde constam do Brasil ele, Roberto Civita e mais dois brasileiros.
    Seu governo pautou-se pela destruição total da estrutura produtiva e comercial do país, programa nuclear etc por projeto americano elaborado por Bill Clinton e o FMI. Sempre foi cachorrinho lulu do governo americano. Interessante que a tradição da família é de envolvimento com a revolta de 1922, a Coluna Prestes e a Revolta Tenentista e ele também tem cerne comunista.
    Suas grandes manias de poder, sendo desconsiderado como sociólogo, leva ao entendimento psiquiátrico de psicopata de grau significativo.
    Um homem perigoso à soberania e à independência do país.

  7. José Neville Paz Says:

    Eu, pelo menos não conheço nem um livro escrito por esse indivíduo “sociólogo de heraque”

  8. José Neville Paz Says:

    Aonde esse boca de chulapa tem capacidade para ser professor em Paris? Só se for professor de safadeza. Vade retro satanás.

  9. Luciano Fernandes Says:

    O povo é burro ou se faz… Galera HOJE EM DIA ele faz palestras ao preço que for. O que deve ser colocado era quanto que ele ganhava na ÉPOCA da compra.

  10. ana maria coelho Says:

    fhc já publicou vários livros com grande tiragem…QUEM JÁ LEU UM LIVRO DESSE CARA???

  11. Eraldo rocha dos santos Says:

    pra mim tudo isto que esta sendo revelado que seja investigado afundo. nos não vamos se curva de tanta denuncia e elas não ser esclarecida. o brasil viver de forma onde todos que ver um brasil melhor que seja concluida toda investigação que envolvi com nosso dinheiro. pra nos que lutamos honestamente não podemos aceita que muitos venha brinca com a nossa dignidade. e com suor do seu trabalho alguèm sai pune. por este motivo.queremos. que limpe todas sujeira pra que vivemos um brasil melhor

  12. Italo Ribeiro Laguardia Says:

    A única diferença que existe entre o povo brasileiro, aparentemente manso, com pouca cultura, é a sua amabilidade. São na verdade muito crédulos, mas o pior já passou, o Brasil, ao contrário de muitas nações, tem tamanha riqueza, por isto é tão invejado, que não é fácil quebrar o Brasil. Muitos ladrões aqui, passaram para a elite como os piratas ingleses, que não passavam de criminosos inteligentes, após uma análise de sua perspicácia, a rainha dava-lhe uma nave com provisões e bandidos, e iam para os mares para fazer as pilhagens, que muitas toneladas de ouro do Brasil, foram para lá.Os piratas bem sucedidos na pirataria, ajoelhavam-se perante á rainha, ele com uma espada, apoiava-a em um ombro, depois no outro, e ali estava fabricado um SIR.

  13. bruno Says:

    Ptofessor universitário desde novo. Deve ter começado com 5 anos, pois se aposentou da USP com 37 anos

  14. Denis Says:

    Rapaz sou professor e não tenho dinheiro para comprar apartamento em Paris, e detalhe, está confirmado que ele tem esse apartamento…
    Com relação ao Lula, seu apartamento é em São Bernardo a mais de 25 anos, foi lá quando ele passou a faixa à Dilma, que ele foi morar e não em Paris.

  15. Ana Almeida Says:

    Pena que sempre justificam os atos fazendo comparações , por isso este país é, foi e será sempre já dizia De Gaulle ” Um país pouco sério”. Ninguém se revolta, ninguém se indigna aceitam roubalheiras independente das cifras terem 3,6,9 ou 12 zeros.Se afundarem o país ou apenas o arranharem é a mesma coisa.
    E afagam seus “Ídolos” como se apenas a falha fosse uma traquinice infantil. São gente sem o mínimo de caráter e dignidade. Deixam-se roubar achando que logo eles vão poder ter alguma vantagem também, e todo mundo se afunda cada vez mais no lodo junto com o país.

  16. Fernando Souto Garcia Says:

    Se foi exilado durante a ditadura no Chile, como tem a cara de pau de negociar com simpatizante e militante milionário da mesma ditadura que se arvora ter lutado contra?

  17. guilherme Says:

    kkk vc deve estar montado tb. avenue foch ė conhecidamente endereço milionário. nāo é pra professor e mto menos tupiniquim. ė cada um que aparece….

  18. Mark Molson Says:

    O apartamento é de 11 milhões de euros, fiquei sabendo outro dia. Bom, se cada palestra do cara rende 200, 300 mil… ok, dá pra entender.

  19. Mark Molson Says:

    hahahaha Ótimo! Eu ia pegar um empregão de informática, trabalhar com petróleo… Que nada! Vou é virar professor universitário e amarrar meu burro na sombra… hahaha Ai ai cada uma.

  20. Gustavo Says:

    Protógenes, aquele ex-PF? Por favor, esse vive em busca de um escândalo pra chamar de seu.

Os comentários sem assinatura não serão publicados.

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: