Golpe: Para diretor da Veja, divulgar áudio da entrevista com Valério é “prova desnecessária”

Em matéria publicada no portal Comunique-se, o diretor de Redação da revista [da] marginal Eurípedes Alcântara afirmou que a revista [sic] tem o áudio da entrevista realizada com Marcos Valério, mas expor o material é “uma prova desnecessária para mostrar que a conversa aconteceu”.

Como assim uma “prova desnecessária”?

Mostrar a fita em que uma pessoa acusa o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva – que tem mais de 80% de aprovação dos brasileiros – de ser o “chefe” de um escândalo de corrupção é uma “prova desnecessária”? O povo quer saber, mas apresentar algo que não existe é impossível.

O episódio reforça mais uma vez que a mídia “isenta, imparcial e apartidária” mente/manipula para tentar desestabilizar o governo federal e dar seu golpe.

A “grande imprensa” não admite que, nos últimos dez anos, o Brasil mudou muito, e para melhor, sem os políticos neoliberais, que queriam entregar o Brasil de mão beijada para grupos internacionais.

Eurípedes Alcântara, um dos pauteiros da mídia golpista, segue o exemplo do Supremo Tribunal Federal (STF), que condena sem apresentar as provas. Se é que elas existem.

No início da semana, pelo Twitter, Ricardo Noblat, colunista do site de O Globo, responsável por espalhar nas redes sociais que a revista [da] marginal tinha as fitas das gravações de Valério e iria mostrá-las, já havia afirmado que a revista simplesmente as guardou. Simples assim: acusa e não mostra as provas.

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