Folha de S. Paulo inocenta José Dirceu

Paulo Henrique Amorim, via Conversa Afiada

Saiu em editorial da Folha de S.Paulo com a suposta intenção de condenar José Dirceu:

À espera do “mensalão”

[…]

Evidências colhidas em sete anos de investigações, entretanto, não seriam suficientes, aos olhos de alguns especialistas, para caracterizar a ilicitude em duas questões centrais: a finalidade do esquema e a natureza dos recursos.

Não há nos autos elementos que sustentem de forma inequívoca a noção de que o objetivo do “mensalão” era comprar respaldo no Congresso. Sem a demonstração de que os pagamentos foram oferecidos em troca de apoio parlamentar, perdem alguma força as acusações de corrupção.

Quanto ao dinheiro, o STF precisará se pronunciar sobre sua origem, se pública ou privada. Comprovar o desvio de recursos públicos é pré-requisito para algumas acusações de lavagem de dinheiro, por exemplo.

[…]

Navalhada do Paulo Henrique Amorim

Logo, não há como condenar o Dirceu – e muitos outros.

Como diz a Folha no pé do editorial: o julgamento tem que ser feito fora dos autos.

Tem de ser político.

Ou, como diz o editorialista, um julgamento para ficar na história.

Que história?

A escrita pelo Otavinho?

Ou a que o Mauricio Dias e o Leandro Fortes escreveram sobre o mensalão tucano, com a adição de um assassinato.

Em tempo: essa montagem do Marco Antônio Borges é um barato, não?

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