“Paulistas, antes de votar no domingo, deem uma olhada na torneira de sua casa.”

01/10/2014

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O debate entre os candidatos ao governo do estado de São Paulo na TV Globo foi marcado por ataques à Alckmin e exposição da crise hídrica; o tucano evitou confronto com seus principais adversários e continuou reafirmando que não falta água.

Ivan Longo, via SpressoSP

A frase que intitula a matéria, dita por Gilberto Maringoni (PSOL), resume bem o que foi o debate da TV Globo de terça-feira, dia 30, entre os candidatos ao governo do estado de São Paulo: marcado por constantes ataques ao atual governador em relação à sua responsabilidade sob o problema da água.

“Essa falta da água é uma das demonstrações da perversidade do governo do PSDB em São Paulo. As obras não saem do papel. Quem sofre com isso são os mais pobres”, afirmou o candidato petista, Alexandre Padilha (PT). Com Padilha e Maringoni, Paulo Skaf (PMDB) e Laercio Benko (PHS) travaram uma intensa artilharia contra o tucano pautada pela questão da água.

Gilberto Natalini (PV), passou a maior parte do tempo fazendo dobradinhas com Alckmin e falando sobre suas propostas em relação à sustentabilidade. Walter Ciglioni (PRTB), por sua vez, não se envolveu com intensidade em nenhum assunto a não ser quando saiu em defesa de Levy Fidelix, candidato à presidência pelo seu partido. Ciglioni justificou o discurso homofóbico de Fidelix no último debate da TV Record como sendo um ato de “liberdade de expressão”.

Financiamento suspeito

O debate começou com uma pergunta direta e clara de Maringoni para Alckmin: “Quero saber se as empresas Queiroz Galvão, CRM Almeida e AES financiam sua campanha. É um direito do cidadão saber. A resposta é simples: sim ou não”.

O tucano tergiversou, dizendo que no Brasil não há financiamento público de campanha, dando a oportunidade perfeita para o socialista chegar onde queria, no cartel. “O senhor não respondeu. Só a CRM Almeida colaborou com R$1 milhão para a sua campanha. O detalhe é que essas empresas são rés na Justiça por formação de cartel em obras do Metrô. Quero saber se o senhor acha isso certo”, questionou.

“O que o candidato está falando é mentira. O cartel foi formado por três empresas que o governo está processando˜, respondeu o tucano. O candidato do PSOL, no entanto, aproveitou outra fala sua para desconstruir a resposta de Alckmin. “Não falei mentiras. Os números e os dados estão na segunda parcial do TRE e foram divulgados amplamente pela imprensa”, afirmou.

Sabesp: “Chuva de dólares” e “seca de obras”

“O governador diz que é culpa de São Pedro, mas há 10 anos foi alertado sobre a ‘seca de obras’”, afirmou Padilha, referindo-se ao fato de que já faz uma década que técnicos da Sabesp alertaram o governo do estado sobre a necessidade de mais obras de captação de água. A fala foi a maneira encontrada pelo petista de atacar o atual governador através da dobradinha que fez com Benko, que concordou.

“Faltou investimento. 30% da água que a Sabesp produz é perdida nas tubulações. Só que o governo tucano vendeu a Sabesp na bolsa de Nova Iorque. Acabando com a distribuição de lucros na Sabesp vai sobrar dinheiro para investimentos. Temos que parar de fazer de chover dólares na bolsa de Nova Iorque”, completou.

Na oportunidade que teve, inclusive, Benko dirigiu a questão ao governador, perguntando se ele pretende parar com a distribuição de lucros da Sabesp na bolsa de Nova Iorque até o problema da água ser resolvido.

O tucano novamente tergiversou e disse que não falta água em São Paulo e que, nas poucas cidades em que há cortes, o sistema não é operado pela Sabesp.

“Quero lembrar que na capital falta água e o sistema é operado pela Sabesp. Quero saber da distribuição de lucros”, rebateu o candidato do PHS.

Alckmin, por sua vez, disse que a maior parte dos lucros da empresa vão para o próprio governo e enalteceu o fato da companhia ser uma Sociedade Anônima. “A Sabesp é uma grande empresa”, disse, adicionando depois que “não vai faltar água” e que já está em fase de obras a PPP de São Lourenço para ajudar a resolver o problema.

Paulo Skaf, em um outro momento, no entanto, desmentiu o governador. “Nosso problema não é falta de chuvas, é falta de obras. O governador falou de São Lourenço. O projeto de São Lourenço existe há 10 anos. Ele fala que não tem problema. A cada 3 trilhões de litros de água, 1 trilhão ficam nos buracos das tubulações “.

Corrupção: “Nas empresas isso raramente acontece.”

Ex-presidente da Fiesp, Skaf, em uma pergunta para Padilha, mostrou de onde veio ao defender o empresariado gratuitamente. O candidato afirmou que “a corrupção está nos governos” mas que em empresas, mesmo as maiores, “isso raramente acontece”.

O petista aproveitou para contra-atacar e ainda cutucar o atual governador. “Só tem corrupção onde tem corruptor. Acontece na máquina pública porque vários empresários participam. Há 15 anos São Paulo convive com esquema de corrupção do Metrô e trem que diminuiu a velocidade das obras. A única forma de combater a corrupção é não jogar para debaixo do tapete”.

O tucano até tentou um pedido de resposta, que foi recusado pela emissora. Padilha completou: “Além de não punir a corrupção, indicou uma pessoa desse esquema de corrupção do Metrô e do trem pra ser conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Ou seja, colocou a raposa para tomar conta do galinheiro”, disse, se referindo a Robson Marinho.

Alckmin diz que PM tem a melhor corregedoria, mas não conhece nem ouvidor

Maringoni perguntou a Padilha o que ele vai fazer quanto a violência da PM paulista, que é uma das que mais mata no mundo. O petista afirmou que buscará fortalecer mecanismos que acabem com o abuso policial, como câmeras que filmem a atuação do agente, e lembrou ainda a recente morte de um camelô no bairro da Lapa, dando o exemplo de como há abusos na polícia administrada por Alckmin.

“Durante 20 anos o PSDB não puniu todos os abusos policiais. Vamos coibir qualquer tipo de abuso e violência. É inadmissível que no estado mais rico o jovem negro tenha 3 vezes mais chances de morrer do que um branco”, disse.

O tucano, na primeira oportunidade que teve, no entanto, defendeu a PM. Respondendo a uma pergunta de Benko sobre a questão das drogas, o candidato à reeleição enalteceu as prisões realizadas pela polícia e afirmou que os abusos são coibidos. “Aqui se combate, aqui se enfrenta. Nós prendemos no ano passado 168 mil pessoas, aqui a polícia trabalha. Quando foi dito que não há punição para mau policial, a PM tem uma das melhores corregedorias do país”, disse.

Matéria do SPressoSP do começo do mês, no entanto, revela que o ouvidor chefe da Polícia Militar, o órgão que repassa as denúncias para a corregedoria, sequer conhece o governado.

De acordo com a última pesquisa do Ibope, divulgada pouco antes do debate, Alckmin tem 45% das intenções de voto; 4 pontos a menos do que tinha no último estudo. Skaf e Padilha, por sua vez, cresceram e estão, agora, com 19% e 11%, respectivamente. Esses números seriam suficientes para o tucano faturar a corrida ao Palácio dos Bandeirantes no 1º turno.

Assembleia Geral da ONU condena bloqueio dos Estados Unidos a Cuba

01/10/2014

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Via Vermelho

Presidentes, primeiros ministros e chanceleres de mais de 35 países dos cinco continentes expressaram seu rechaço ao bloqueio econômico dos Estados Unidos contra Cuba durante a Assembleia Geral da ONU, que se encerrou na terça-feira, dia 30/9.

A expectativa é que as intervenções destas jornadas da Assembleia Geral da ONU ratifiquem novamente a condenação ao cerco econômico, comercial e financeiro de Washington como um dos temas mais tratados neste debate.

Na segunda-feira, dia 29, 13 presidentes abordaram a questão do boqueio durante a plenária dos 193 membros da organização, discursos que foram dominados por manifestações contra a atitude da Casa Branca que impôs o bloqueio à Ilha há mais de meio século.

“Cuba envia seus engenheiros, professores e médicos a todo o mundo para melhorar a vida de outros países. Não é hora de acabara com as atitudes da guerra fria? E se não agora, quando? Não é hora de pôr fim ao bloqueio? E se não agora, quando?”, advertiu o chanceler de Granada, Nickolas Steele.

O ministro de Relações Exteriores do Uruguai, Luís Almagro, qualificou o bloqueio norte-americano como um “exemplo claro de medida coercitiva unilateral e extraterritorial” que contrapõe as regras do Direito Internacional e os princípios da Carta da ONU.

“Expressamos nosso mais filme rechaço ao cerco e reclamamos também de forma inequívoca que a ilha seja retiradas da lista de países que amparam o terrorismo, elaborada a cada ano pelo Departamento de Estado Norte-americano”, disse.

Já o titular de Assuntos Exteriores de Lesoto, Mohlabi Tsekoa, afirmou que é preciso desaparecer da história do nosso temo, manchas como as do bloqueio da maior das Antilhas.

O vice-presidente de Angola, Manuel Vicente, também defendeu o fim do castigo contra Cuba, a partir das limitações ao desenvolvimento e as violações às normas de Direito Internacional que ele representa.

Mais uma série de presidentes e ministros se somaram ao pedido de levantamento do bloqueio. Já haviam condenado o bloqueio outros chefes de estado, entre eles, da Venezuela, Bolívia, Rússia, Vietnã, Argélia, Jamaica, República Popular da Coréia, África do sul, El Salvador, Moçambique, Tuvalu, Namíbia, Trinidad e Tobago, Dominica, Guiana, Antígua e Barbuda, Sri Lanka, Gabão, Gana Peru, Tanzânia, Gâmbia e Chade.

Janio de Freitas: Vício eleitoral

01/10/2014

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Janio de Freitas, lido no SQN

As expectativas, bastante difundidas, de turbulências eleitorais nesta semana depõem contra o processo eleitoral brasileiro. Não só confirmam a participação sistemática, no confronto das candidaturas, de fatores alheios à natureza política e programática das eleições presidenciais, como indicam que a percepção destes fatores não leva a contê-los.

São comuns as referências, como fatos dos próximos dias, a novos e tumultuosos vazamentos de acusações, reais ou não, feitas pelo corrupto da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e pelo doleiro Alberto Youssef sob alegado segredo de Justiça. Não por acaso, uns lembram que ainda sairá uma edição de Veja antes da votação, e quando nem haverá tempo para contestações eficazes. Outros citam o debate organizado pela TV Globo, na quinta-feira, dia 2.

Haja ou não participação nova daqueles dois personagens relevantes da campanha eleitoral, a expectativa de novas contribuições suas depõe não só contra o processo eleitoral, mas também contra a imprensa e as emissoras. Em todas as eleições, a dimensão eleitoral dos fatores extracampo depende do sentido, da relevância e da indumentária de confiabilidade que a chamada mídia lhes atribua. Uma bolinha de papel na cabeça de José Serra poderia ser apenas isso mesmo, não fosse sua transfiguração em um rolo rígido de fita crepe que lhe causou, no exame por um amigo, impacto perigoso. Isso, para não entrar em exemplos mais fortes, muitos bem conhecidos desde a vitória dada a Collor.

No processo eleitoral de agora, é interessante a ideia de libertação de Paulo Roberto Costa nesta última semana da campanha, como noticiado. Até por – e quase escrevo sobretudo por – favorecer também mais vazamentos de suas premiadas confissões.

Quando passar a utilidade do corrupto da Petrobras e de Alberto Youssef, que logo estarão em casa a desfrutar de suas fortunas, talvez se possa discutir, ao menos, o que a delação premiada é e o que, no máximo, poderia ser sem desmoralizar a já precária ideia de Justiça e a honestidade.

O terrorismo midiático e os investimentos estrangeiros no Brasil

01/10/2014

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A mídia fala em queda da bolsa. Enquanto isso, o investimento estrangeiro no Brasil não para de crescer.

Via Muda Mais

Enquanto a mídia anda muito ocupada mostrando a oscilação da bolsa de valores e a associação do fenômeno com a corrida eleitoral (o que deixa a impressão que alguém deve estar ganhando com tanta especulação), o Brasil continua crescendo em bases concretas. O mundo acredita e investe no potencial do país. Prova disso é que o Brasil tem recebido novos recursos vindos do exterior, demonstrando a confiança dos outros países na política praticada pelo governo brasileiro. O investimento estrangeiro vem crescendo gradativamente e já duplicou desde o início do governo Dilma, com previsão de triplicar até o fim deste ano.

Segundo dados do Banco Central, a entrada de dólares por meio do Investimento Estrangeiro Direito (IED) – ou seja, através do valor destinado à participação no capital de empresas no Brasil ou através de investimento feito por matrizes de empresas multinacionais em filiais que atuam em território brasileiro – passou de US$17 bilhões em 2010 para US$42 bilhões até o mês de agosto de 2014, número 8% superior aos US$38,9 bilhões investidos em igual período de 2013. A estimativa é chegarmos a US$63 bilhões até o fim do ano.

De agosto de 2013 a agosto de 2014, foram investidos US$67 bilhões, o que 2,97% do PIB brasileiro. Só em agosto de 2014, foram US$6,8 bilhões em investimentos produtivos no país, aumento de 81% com relação a agosto do ano passado.

Todo esse investimento estrangeiro que está sendo feito no Brasil, além de gerar superávit por cobrir as despesas US$54,8 bilhões – e ainda sobrar, é importante e classificado como de “alta qualidade” porque torna as empresas mais fortes e impulsiona o setor produtivo do país a longo prazo, o que acaba gerando emprego, renda e oportunidade para o povo brasileiro.

Os investimentos produtivos estrangeiros aquecem a economia brasileira, geram emprego e renda para brasileiros, enquanto a oscilação na bolsa só leva dinheiro a poucos especuladores do mercado financeiro. Nas palavras de Lula hoje, em Itapevi:

“Hoje eu ouvi dizer que o mercado está nervoso porque a Dilma vai ganhar. Quero dizer a vocês que eu ganhei em 2002 e não pedi voto para o mercado. Eu ganhei em 2006 e não pedi voto para o mercado. A Dilma ganhou em 2010 e não pediu voto. Ela vai ganhar em 2014 e a gente pede voto é para cada mulher ou para cada homem desse país”.

Curso de Desintoxicação do Ódio Político

01/10/2014

Odio02_PoliticoVia Curso Básico de Jornalismo Manipulativo

Já saiu e está disponível para download gratuito o novo Curso de Desintoxicação do Ódio Político, oferecimento da equipe CBJM a seus alunos.

É um curso teórico-prático. Teórico porque expõe conceitos e princípios relativos à arte da manipulação política, além de fazer uma análise precisa da função da raiva ou do ódio em seus resultados.

E prático porque apresenta técnicas eficientes para conhecer, controlar e, depois, eliminar totalmente os sentimentos agressivos motivados por questões políticas.

Na parte teórica (denominada “explicativa”), nossos alunos terão acesso a revelações inéditas extraídas do ultrassecreto Curso Avançado de Jornalismo Manipulativo.

Na parte prática, conhecerão mais de 20 técnicas de desintoxicação do ódio destinadas a eliminar, em si mesmos, esse efeito colateral indesejável (no caso dos manipuladores) que vem prejudicando sua atividade jornalística.

Aliás, o novo curso surgiu exatamente da constatação deste problema: além de, corretamente, estimular o ódio nos verdadeiros alvos de sua manipulação política (isto é, os leitores), nossos alunos estavam se contaminando com esse sentimento. Os efeitos psicológicos e sociais da contaminação geraram vários problemas em sua vida pessoal e profissional. Hora de fazer algo a respeito. E nós, cada vez mais preocupados com essa situação imprevista, decidimos agir. O Curso de Desintoxicação do Ódio Político é a nossa resposta.

Um destaque na parte explicativa: a fórmula da manipulação política usada para produzir o ódio na psique dos manipulados. Essa fórmula é responsável pelo chamado “transe manipulativo” (na parte prática, o curso ensina os nossos alunos a saírem do transe manipulativo criado pela grande mídia nesses últimos anos). O transe manipulativo é o estado no qual nossos leitores pensam sinceramente que estão vivendo num mundo fantasioso (e horrendo), bem diferente do seu mundo real (o cotidiano). Embora a maioria dos brasileiros, na prática, se sinta satisfeita com os caminhos de sua própria vida, vê-se irremediavelmente perdida ao pensar na situação atual do país e no destino trágico que nos espera.

Um destaque na parte prática: a “bala mágica”. Essa técnica praticamente desconhecida pode eliminar o sentimento de ódio em poucos minutos – muitas vezes, para sempre.

Agora, o inevitável legalês, sugerido (isto é, imposto) por nossa equipe jurídica. É bem rápido:

“As técnicas da parte prática deste curso foram criadas por psicólogos capacitados e visam proporcionar bem-estar emocional a pessoas que se tornaram dependentes da vivência diária de raiva e ódio, por motivos políticos. Apesar disso, não podemos garantir que elas farão somente o bem, em todos os casos, dado que cada sistema psicológico difere bastante dos demais. Aplique as técnicas com critério, parando imediatamente caso sinta ou pressinta qualquer incômodo psicológico além do normal. Não podemos nos responsabilizar pelos possíveis efeitos, caso você continue a aplicar uma técnica nessa situação. Respeite o seu sistema e os seus limites psicológicos.”

Nós de novo. Segundo a nossa experiência pessoal e coletiva, essas técnicas são, sim, infalíveis. Qualquer pessoa normal que as aplicar com zelo conseguirá se livrar dos sentimentos sufocantes de indignação, raiva e ódio, que tanto mal fazem à saúde psíquica e orgânica.

Agora, se você aplicar essas técnicas direitinho e, mesmo assim, continuar sentindo ódio ao menor estímulo proporcionado pela grande mídia ou pelas redes sociais, fazer o quê? Você é um daqueles raros “casos perdidos”, e estará condenado a passar o resto da vida borbulhando em ódio, correndo o risco de sofrer doenças psicossomáticas como úlcera, gastrite, pressão alta e, quem sabe, um infarto (bem feito!), por não conseguir ter o mínimo de autocontrole emocional e de capacidade intelectual.

Mas ao menos tente. Precisamos de cada um dos nossos aliados da grande mídia, em sua capacidade manipulativa máxima, nessa luta derradeira pela mudança do governo central.

Importante

Estamos liberando, de início, a parte explicativa do curso, com suas 129 páginas. A parte prática será liberada nas próximas semanas, ainda a tempo de permitir a aplicação antes do 2º turno das eleições (e antes das reações definitivas a estas). O hiato é importante para que a base seja bem assimilada por nossos alunos.

Leia com calma, aos poucos, porque esse material, além de secreto, é extremamente elucidativo do tempo presente na grande mídia e na política nacional.

Clique aqui para fazer o download do curso completamente grátis.

Um serviço CBJM, a favor do Brasil e da civilização.


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