Limpinho, fechado para balanço

17/04/2014

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Quem te viu, quem te vê: A CartaCapital endireitou?

16/04/2014

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Coletânea de textos: O que você precisa saber para não ter saudade da ditadura civil-militar

16/04/2014

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Os 10 mitos sobre a ditadura no Brasil ou por que você não deve querer que ela volte

Imperdível: Vídeo sobre o jornalismo da Globo e o golpe militar

O que procuram: a farsa ou a tragédia?

Paulo Moreira Leite: A palavra final sobre 1964

Quartéis se calam e Dilma levanta a voz pela democracia no Brasil

Moniz Bandeira: Em 1964, os generais seguiam a cartilha norte-americana

Jango: Notas para uma retificação histórica

Capas de jornais e revistas: Em 1964, a imprensa disse sim ao golpe

Torturador da ditadura se tranca em casa para evitar escracho

Antonio Lassance: O golpe de 1º de abril e seu arsenal de mentiras

Por que a data do golpe é 1º de abril de 1964, e não 31 de março

As semelhanças entre 1964 e 2014

A revolução dos malucos de coturno

50 anos do golpe: Uma ferida que sangra sempre

50 anos do golpe: Quais foram os jornalistas que apoiaram os militares em 1964?

50 anos do golpe: Como o Estadão se afastou dos militares

A ditadura-civil militar foi o regime mais corrupto da história brasileira

50 anos do golpe: Repressão e tortura

50 anos do golpe: A preparação

50 anos do golpe: Uma entrevista com Sílvio Tendler

No tempo da ditadura

50 anos do golpe: Dilma não vai aceitar celebrações militares

50 anos do golpe: N0s idos de cinquenta marços

Empresários que apoiaram o golpe de 64 construíram grandes fortunas

50 anos do golpe: A verdade e a impunidade

A operação de guerra que garantiu a posse de Jango com o parlamentarismo

Por que algumas pessoas têm saudade dos tempos dos militares?

“Ditadura selou aliança entre latifúndio e burguesia industrial”, afirma professora

A mídia e o golpe de 1964

A farsa desfeita: A “revolução” de 64 foi uma quartelada

O organizador da Marcha da Família é uma ameaça à sociedade

Breno Altman: A presidenta falará esta noite?

Antonio Lassance: A ditadura e seus psicopatas de ontem e de hoje

Há 50 anos, elite empresarial que queria derrubar Jango financiou a marcha

Dez motivos para não ter saudades da ditadura

Os patetas patéticos da “Marcha dos Sem Gente”

Câmara abre espaço para golpistas e saudosos da ditadura

Militar-torturador diz que arrancava dedos, dentes e vísceras de preso morto

Filho de Jango quer saber: Como os EUA participaram do golpe

A marcha da família e o mundo igualitário com Ferrari

Bob Fernandes: “Marcha da Família Alienada” é uma ópera bufa

Lalo Leal Filho: O Brasil da mídia e o país real

Vergonha ou medo?: Comandantes evitam lembrar à tropa aniversário do golpe de 64

50 anos do golpe: Ditadura militar, a raiz da impunidade no Brasil

General Newton Cruz diz que não pode ser punido pelo caso Riocentro

50 anos do golpe: Uma visita ao DOI-Codi, centro do terror nos anos de chumbo

50 anos do golpe: Como algumas empresas se beneficiaram com a ditadura militar

50 anos do golpe: A nova marcha e a nova farsa

Mauro Santayana: Reflexões sobre um golpe em nossa história

E se o Exército fosse dissolvido?

Wanderley Guilherme dos Santos: Um comício da Central do Brasil no Legislativo

Antonio Lassance: Sete lições sobre o golpe de 1964 e sua ditadura

Viúvas da ditadura tentam reeditar Marcha da Família

“Golpe militar 2014” expõe ultra direita ao ridículo no Brasil

Chico Xavier e a ditadura militar

O golpe de 1964 em filmes, livros e artigos

A imprensa brasileira e o golpe de 1964I

Em 1964, a ditadura também veio em nome da ordem e da liberdade

Golpe: Os 50 anos da campanha “Ouro para o bem do Brasil”

MPF denuncia coronel Ustra por ocultação de cadáver na ditadura militar

Ditadura militar: O algoz e o crematório

“Coronel Ustra comandava a tortura”, diz ex-sargento

Marco Aurélio Mello: Ministro que defende o golpe de 1964 pode ter lisura para julgar a AP470?

Mauro Santayana: O golpe da informação

Apoio da Globo ao golpe de 1964 foi comercial, não ideológico

O PIG apoiou a ditadura militar: As manchetes do golpe de 1964

31 de março é um dia para lamentar

A Globo e a ditadura militar, segundo Walter Clark

Golpe de 1964: A Globo devolverá o dinheiro que ganhou com ele?

Tucanou o golpe: Aécio Neves chama ditadura de “revolução”

Golpe de 1964: Ranieri Mazzilli, o político Modess

Dom Eugênio Sales era o cardial da ditadura

“Memórias da Resistência”: Novo documentário sobre a ditadura militar

Nelson Rodrigues tinha um pé na ditadura militar

Músicas de Chico Buarque ajudam a estudar o período da ditadura

Maria Rita Kehl: Alckmin usou a mesma retórica dos matadores da ditadura

Paulo Moreira Leite: A ditadura gostava de criminalizar a política

Paulo Moreira Leite: A ditadura militar e a AP 470

Ditadura militar: Os delatores de Dilma

Relações da mídia com a ditadura: Um histórico debate na Falha de S.Paulo

Uma foto da ditadura que o Brasil não viu

Mídia e ditadura: A primeira morte de Jango

O elo da Fiesp com os porões da ditadura

Depoimentos de ex-militares reforçam sadismo de torturadores na ditadura

Livro expõe ligação de agências de propaganda com ditadura militar

Folha financiava a ditadura e Frias, amigo pessoal de Fleury, visitava o Dops, diz ex-delegado

Vereador Nabil Bonduki quer mudar nomes de ruas de São Paulo que homenageiam ditadura

Trairagem: Aloizio Mercadante bajula Folha e esbofeteia vítimas da ditadura

Deputado acusa Rede Globo de prestar serviços à ditadura

Pesquisa sinistra do Datafolha testa popularidade da volta da ditadura

Ditadura militar: Estadão apoiou atos do torturador Ustra

Comissão da Verdade vai ter de enfrentar assassinos da ditadura

Marilena Chauí: A ditadura militar iniciou a devastação da escola pública

Dá pra confiar num cara desses? Delfim Netto afirma que não sabia de tortura na ditadura

Da ditadura militar ao Facebook: Uma breve história do Brasil

Ditadura militar: Documentos revelam conexão entre Itamaraty e Operação Condor

Ditadura militar: Procurador-geral da República diz que tortura e morte são imprescritíveis

Emir Sader: Os cúmplices da ditadura

Como era a propaganda da ditadura militar na Rede Globo

Mauricio Dias: Os fantasmas da ditadura

Segundo pesquisa, os milicanalhas da ditadura torturavam desde os primeiros dias no poder

Vídeo: Em depoimento emocionante, Dilma Rousseff fala sobre a ditadura militar e a tortura

Prefeitura de São Paulo, “que participou da ditadura”, terá comissão da verdade

Ditadura militar: “Imprensa aceitou a censura”, diz historiadora

Os filhos de 1964: Memórias e exumações

Em 1964, os militares golpistas venderam a democracia

Vídeo: 1964 – Um golpe contra o Brasil

Gilson Caroni Filho: 1964, a atualização grotesca de nossos liberais

Filme revela como EUA deram o golpe de 1964

Documentário quer explicar aos jovens as origens do golpe de 1964

Luis Nassif: Um estudo clássico sobre 1964

Saudades de 1964

Hildegard Angel: “É meu dever dizer aos jovens o que é um golpe de estado.”

Hildegard Angel: É meu dever dizer aos jovens o que é um golpe de estado

Hildegard Angel: A sombra do golpe de 64 paira sobre nossas cabeças

A Igreja Católica e o golpe militar no Brasil

O golpe militar no Brasil está marcado para 31 de março de 2014

Além de Aécio, Folha também costumava chamar golpe de revolução

“Igrejas legitimaram golpe militar”, afirma pesquisador

O cordão da ditabranda cada vez aumenta mais

Folha: Da ditabranda às Diretas Já

Ditadura militar: Coronel do Exército confirma farsa montada no desaparecimento de Rubens Paiva

Documentos do Exército revela os dedos-duros do meio artístico na ditadura militar

Leandro Fortes: As almas penadas da ditadura

Saiba quem são os nazifascistas do grupo Revoltados On-line

Revoltados On-line: Agora, Hélio Bicudo se junta à extrema-direita

Caluniador de filho de Lula na internet é executivo do instituto FHC

15/04/2014

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Fábio Luís, acusado de ser dono de grandes áreas de terra e supostas mansões e aviões, quer punição a boateiros.

Gilberto Nascimento, via Brasil Econômico

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente Lula, pediu a abertura de um inquérito no 78º DP, na capital paulista, para a identificação dos responsáveis por boatos na internet de que seria dono de grandes áreas de terra e supostas mansões e aviões, além de empresas. Uma das áreas mostradas é, na verdade, da Escola Superior de Agricultura (Esalq), de Piracicaba.

Lulinha foi alvo de piadas e brincadeiras de blogueiros presentes à entrevista com o seu pai na terça-feira, dia 8, em São Paulo. Ele foi questionado por não estar, naquele momento, cuidando de suas fazendas ou administrando os negócios da Friboi. Lulinha riu. O filho do ex-presidente é alvo de boatos na internet de que seria dono de grandes áreas de terra e supostas mansões e aviões, além de empresas. Uma das áreas mostradas é, na verdade, da Escola Superior de Agricultura (Esalq), de Piracicaba. Agora, ele até trata a questão com bom humor.

Seis internautas já foram chamados a depor. Apenas um, Daniel Graziano, ainda não compareceu. Daniel é gerente administrativo e financeiro do Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC), ligado ao ex-presidente tucano. É filho de Xico Graziano, coordenador da área de internet do pré-candidato do PSDB à presidência, Aécio Neves. Procurado no iFHC, ele não retornou. Os outros intimados – Roger Lapan, Adrito Dutra Maciel, Silvio Neves, Paulo Cesar Andrade Prado e Sueli Vicente Ortega – disseram acreditar que os comentários sobre compra de fazendas e aviões fossem verdadeiros e não teriam “pensado na hora de fazer as postagens”.

O advogado de Lulinha, Cristiano Zanin Martins, diz aguardar o resultado das investigações para definir se entrará ou não com processo contra as pessoas que “macularam a imagem” de seu cliente.

Lulinha mora no Paraíso, na capital paulista, numa área de classe média. Em seu prédio, nenhum morador conversa com ele. Por outro lado, diz ser abordado o tempo todo pelos porteiros, faxineiros, garçons e frentistas que querem bater papo e perguntar sobre seu pai.

***

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O declínio do Jornal Nacional é irreversível

15/04/2014
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Velhos tempos, com audiências de 70%.

Paulo Nogueira, via DCM

Nos anos 1980, quando eu era um jovem repórter da Veja, a redação, no 7º andar do prédio da Abril na Marginal do Tietê, se alvoroçava quando eram 8 da noite.

Uma televisão, no fundo da redação, começava a passar o Jornal Nacional. A redação parava, mesmo em dias de fechamento, e só voltava a funcionar quando o JN terminava.

Não era só a Veja que parava. Era o Brasil. O JN tinha então 70% de audiência, em média. Às vezes mais. Ditava a agenda política e econômica do país. Roberto Marinho – que na busca de favores da ditadura dizia que a Globo era “o maior aliado” dos generais na mídia, conforme mostram documentos de Geisel reunidos em livro – teria dito que notícia era o que o JN dava.

Para mim, o JN acabaria com minha saída da Veja rumo à Exame, em 1989. Perdi o hábito de vê-lo e jamais senti falta. Não voltei a ver sequer quando trabalhei na Globo, em meados dos anos 2000. Nas reuniões do Conselho Editorial da Globo, às terças de manhã, eu chegava sem ter a mínima ideia do que o JN dera ou deixara de dar, e tinha uma certa dificuldade em me engajar em algumas conversas.

Muita gente fez o que fiz, por variados motivos. (O meu foi o incômodo em ver tanto foco em desgraças depois de ter visto o JN, na ditadura, mostrar um país paradisíaco aos brasileiros. Também o conteúdo influía bem menos na Exame do que na Veja.)

Todas essas reminiscências me ocorrem ao ler que esta semana o Jornal Nacional bateu seu recorde negativo de audiência ao chegar a 18%. É uma derrocada notável – e irremediável. Em alguns anos, os 18% parecerão muito diante da audiência que sobrará para o principal telejornal do Brasil.

O que ocorreu?

A tentação é dizer que é a ruindade técnica do JN que afastou o público. Mas, mesmo pobre o jornalismo do JN, não é esta a razão primeira do declínio.

Isto quer dizer que não adiantaria nada – pelo menos no Ibope – trocar o diretor de telejornalismo da Globo, Ali Kamel, por alguém mais criativo e talentoso. Ou tirar Bonner, que já deve ter mais seguidores no Twitter que espectadores no telejornal que apresenta.

A real causa se chama internet.

A internet é uma mídia que os analistas classificam como “disruptora”: ela não se integra às demais, como sempre aconteceu na história do jornalismo. Ela mata. As demais mídias – tevê aberta incluída – são progressivamente engolidas pela internet.

A situação do JN é análoga à que enfrenta a Veja. A revista definha em circulação, publicidade, influência, importância – em tudo, enfim. Não adianta nada trocar o diretor de redação. Mesmo que a Veja voltasse a ter a qualidade notável da década de 1980, sob o comando dos diretores JR Guzzo e Elio Gaspari, nem assim os leitores retornariam, porque o produto se tornou obsoleto.

O milagre da Globo, hoje, é conseguir faturar como nunca, com audiências em colapso em todas as frentes, dos telejornais às novelas. Proporcionalmente, a Globo ganha em publicidade mais do que ganhava quando alcançava três ou quatro vezes mais pessoas.

Isso se deve a uma coisa chamada BV, Bônus por Volume, uma espécie de propina que é paga às agências de publicidade para que anunciem na Globo.

Foi uma invenção de Roberto Marinho, depois seguida pelas outras grandes empresas de mídia do país, mas com resultados insignificantes se comparados aos da Globo. Hoje, muitas agências dependem do BV para sobreviver.

Graças a isso, com cerca de 20% do mercado de mídia, a Globo tem 60% do bolo publicitário, uma bizarrice. Isso vai mudar quando os anunciantes – que afinal pagam a conta – se recusarem a pagar tabelas cada vez maiores por produtos que alcançam cada vez menos pessoas.

Quanto ao Jornal Nacional, vive em boa parte das audiências passadas. Políticos que fizeram carreira vendo-o influir tanto, sobretudo nos anos 70 e 80, parecem guardar dele a imagem poderosa de antes.

É a geração que está hoje no poder. “O pessoal morre de medo de 30 segundos do Jornal Nacional”, me disse recentemente um desses políticos.

Ele estava falando da dificuldade em fazer o Congresso discutir a regulação da mídia. Por isso, mesmo com uma audiência raquítica, o JN continua a ser um fator de obstrução de avanços sociais.

Novas gerações de políticos vão ver o JN não pelo que foi, mas pelo que é: um programa cada vez visto por menos gente e, por isso, menos influente a cada dia.

Que venham as novas gerações, até por isso.

***

Jornal Nacional marca pior média de audiência de sua história na prévia

O Jornal Nacional bateu seu recorde negativo na sexta-feira, dia 11, segundo a prévia do Ibope. O principal telejornal da emissora registrou 18,3 pontos –cada ponto equivale a 65 mil domicílios na Grande São Paulo.

Até então, a mais baixa audiência do jornalístico havia sido em 31 de dezembro de 2013, quando registrou 19 pontos na média consolidada.

No horário do Jornal Nacional de sexta-feira, dia 11, o SBT foi você líder, com 10,6 pontos na prévia. A Record marcou 7,3, e a RedeTV!, 1,9.

O relatório de audiência consolidada saiu na segunda-feira, dia 14. A média tão baixa é alarmante, já que a atração contava com 58% de participação no número de aparelhos de tevês ligados e a data de hoje não é feriado, muito menos véspera de Ano Novo.

***

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